sábado, 24 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
PROFª IARA SILVIA ARFELLI MARTINS
Não há dúvidas que, para “o fazer” cotidiano dos professores, constitui um importante problema abordar o desafio colocadopor um considerável número de alunos que, sem deficiência mental, nem sensorial, nem privação ambiental, não alcançam rendimentos inicialmente esperados em suas aprendizagens.
O que são realmente as dificuldades de aprendizagem?
A literatura sobre as dificuldades de aprendizagem se caracteriza por um conjunto desestruturado de argumentos contraditórios.
Apesar do conceito de dificuldades de aprendizagem apresentar diversas definições e ainda ser um pouco ambíguo, é necessário que tentemos determinar à que fazemos referência com tal expressão ou etiqueta diagnóstica, de modo que se possa reduzir a confusão com outros termos tais como “necessidades educativas especiais”, “inadaptações por déficit socioambiental” etc.,.
Podemos assinalar como elementos de definição mais relevantes:
A criança com transtornos de aprendizagem tem uma linha desigual em seu desenvolvimento.
Seus problemas de aprendizagem não são causados por pobreza ambiental.
Os problemas não são devidos a atraso mental ou transtornos emocionais.
Em síntese, só é procedente falar em dificuldades de aprendizagem quando fazemos referência a alunos que:
Têm um quociente intelectual normal, ou muito próximo da normalidade, ou ainda, superior.
Seu ambiente sócio familiar é normal.
A literatura sobre as dificuldades de aprendizagem se caracteriza por um mero acaso sobre a Teoria do Déficit.
Não apresentam deficiências sensoriais nem afecções neurológicas significativas.
Seu rendimento escolar é manifesto e reiteradamente insatisfatório.
O que podemos observar, de modo geral, em alunos com dificuldades de aprendizagem incluem problemas mais localizados nos campos da conduta e da aprendizagem, dos seguintes tipos:
Atividade motora: hiperatividade ou hipoatividade, dificuldade de coordenação…..,
Atenção: baixo nível de concentração, dispersão…,
Área matemática: problemas em seriações, inversão de números, reiterados erros de cálculo …,
Área verbal: problemas na codificação/ decodificação simbólica, irregularidades na lectoescrita, disgrafías …,
Emoções: desajustes emocionais leves, baixa auto-estima …,
Memória: dificuldades de fixação …,
Percepção: reprodução inadequada de formas geométricas, confusão entre figura e fundo, inversão de letras …,
Sociabilidade: inibição participativa, pouca habilidade social, agressividade.
Bem, e daí? Somos professores e os alunos estão em nossas escolas, em nossas classes. O que fazer?
Assumamos com todos os nossos conhecimentos, com toda nossa dedicação, os princípios da normalização e individualização do ensino, optando pela compreensão ao invés da exclusão. Esta é uma visão que tenta superar a concepção patológica tradicional dos problemas escolares que se apóia em enfoques clínicos centrados nos déficits dos alunos e em tratamentos psico-terapêuticos em anexo aos processos escolares.
Partindo da realidade plenamente constatada que todos os alunos são diferentes, tanto em suas capacidades, quanto em suas motivações, interesses, ritmos evolutivos, estilos de aprendizagem, situações ambientais, etc. , e entendendo que todas as dificuldades de aprendizagem são em si mesmas contextuais e relativas, é necessário colocar o acento no próprio processo de interação ensino/aprendizagem.
Sabemos que este é um processo complexo em que estão incluídas inúmeras variáveis: aluno, professor, concepção e organização curricular, metodologias, estratégias, recursos. Mas, a aprendizagem do aluno não depende somente dele, e sim do grau em que a ajuda do professor esteja ajustada ao nível que o aluno apresenta em cada tarefa de aprendizagem. Se o ajuste entre professor e aprendizagem do aluno for apropriado, o aluno aprenderá e apresentará progressos, qualquer que seja o seu nível.
É óbvio a grande dificuldade que os professores sentem quando se deparam com alunos que se lhes apresenta como com “dificuldades de aprendizagem”. Nessa altura do texto, coloco “dificuldades de aprendizagem” entre aspa, pois, muitas vezes me pergunto, se estas dificuldades são de ensino ou de aprendizagem. Ambas estão juntas, é difícil dizer qual das duas tem mais peso.
O que acontece quando o docente se esquece que a escola é um universo heterogêneo, tal como a sociedade?Devemos ter em mente que nem todos aprendem da mesma maneira, que cada um aprende a seu ritmo e em seu nível.Precisamos criar novos contextos que se adaptem às individualidades dos alunos, partindo do que cada um sabe, de suas potencialidades e não de suas dificuldades.
Didática: fator de prevenção
De acordo com Blin (2005) sem subestimar o efeito de fatores externos à escola, variadas pesquisas sobre a eficácia do ensino têm demonstrado a influência dos professores e da maneira como conduzem a ação pedagógica, não somente sobre a forma como se dá a aprendizagem dos alunos, mas também sobre o modo com que se comportam em aula. O conhecimento dos processos associados ao ato de aprender e uma prática didática capaz de facilitá-los pode minimizar grande parte dos problemas e dos rótulos colocados nos alunos com “dificuldades de aprendizagem”.
—"Ora, é impossível dar mais atenção para alguns alunos, com as classes lotadas e com o programa que tem de ser igual para todos. Somos cobrados pelos pais, principalmente os das escolas particulares". (uma professora de 4ª série do E.F I)
Segundo Perrenoud (2001) pode-se duvidar que, mesmo em uma classe tradicional em que se pratica o ensino frontal, que o professor se dirija constantemente a todos os alunos, que cada um deles receba a mesma orientação, as mesmas tarefas, os mesmos recursos. E, coloca três motivos para isto:
O professor interage seletivamente com os alunos e, por isso, alguns têm, mais que outros, a experiência de serem ouvidos ou questionados, felicitados ou repreendidos. Pergunta ele: quanto à comunicação não verbal, como ela poderia ser padronizada?
Mesmo nessas classes tradicionais, muitas vezes o trabalho é realizado em grupos, e o professor circula como um recurso para atender os alunos.
A diversidade dos ritmos de trabalho pode levar ao enriquecimento ou ao empobrecimento das tarefas. Assim, sempre há aqueles que terminam primeiro e têm tempo para brincar, ler, enquanto outros demoram para terminar e é preciso esperá-los.
Coloca ainda o autor: "Se considerarmos o currículo real como uma série de experiências, chegaremos, grosso modo, a uma conclusão evidente: o currículo real é personalizado, dois indivíduos nunca seguem exatamente o mesmo percurso educativo, mesmo se permanecerem de mãos dadas durante anos".
O que Perrenoud deixa claro, é que individualização de itinerários educativos é possível para os professores, pois ao invés de uma individualização deixada ao acaso, "pode ser feita uma individualização deliberada e pertinente dos aos projetos e às necessidades diferentes dos indivíduos".(obra citada)
Alunos que reprovam vários anos na mesma série são mais comuns do que se pode imaginar. Essas crianças sentem que a escola não foi feita para eles e se evadem. Segundo Freire (1999, p.35), “os alunos não se evadem da escola, a escola é que os expulsa”. Quem realmente falhou, o aluno ou a escola? Esses alunos reprovados retornarão no ano seguinte?
Uma criança curiosa que está descobrindo o mundo e suas possibilidades não progrediu nada em um ano, dois ou três. . . Isto nos faz questionar o atual sistema de ensino, pois, parece-nos que busca uma produção em série e com isso apenas evidencia as diferenças sem nada fazer por elas.
Vários autores, como Sara Pain, Alicia Fernández, Maria Lucia Weiss, chamam atenção para o fato de que a maior percentual de fracasso na produção escolar, de crianças encaminhadas a consultórios e clínicas, encontram-se no âmbito do problema de aprendizagem reativo, produzido e incrementado pelo próprio ambiente escolar. (WEISS et. al, 1999, p.46)
É importante considerar que a escola deve valorizar os muitos saberes do aluno, e que seja oportunizado a ele demonstrar suas reais potencialidades. A escola tem valorizado apenas o conhecimento verbal e matemático, deixando de fora tantos conhecimentos importantes para sociedade.
O sentimento de pertença deve ser estimulado, alguém acuado, jamais vai demonstrar as potencialidades que possui. Tornando o ambiente escolar acolhedor, aceitando a criança como ela é, oferecendo meios para que se desenvolva, já é uma garantia de dar certo o trabalho em sala de aula.
É necessário que os profissionais da educação adotem uma postura ética em relação ao aluno, que assim como eles convivem em uma sociedade excludente.
Portanto, diversificar as situações de aprendizagem é adaptá-las às especificidades dos alunos, é tentar responder ao problema didático da heterogeneidade das aprendizagens, que muitas vezes é rotulada de dificuldades de aprendizagens. percursos educativos às diferentes características, às possibilidades,de todos os alunos.
Bibliografia:
Blin, Jean-François. Classes difíceis: ferramentas para prevenir e administrar os problemas escolares. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Lacasa, P. & Guzmán, S. (1997). Dónde situar las dificultades de aprendizaje? Transformar las aulas para superarlas. Cultura y Educación, 8, 27-48.
FREIRE, Paulo. A Educação na Cidade. São Paulo, SP: Cortez, 3ª ed,1999.
Perrenoud, Philippe. A pedagogia na escola das diferenças: fragmentos de uma sociologia do fracasso. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
WEISS, Alba Maria Lemme, CRUZ, Maria Lúcia R. A Informática e os Problemas Escolares de Aprendizagem. Rio de Janeiro: Ed. DP&A, 1999.
(Disponível em: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/intervencoes-pedagogicas-nas-dificuldades-de-aprendizagem-1214571.html)
terça-feira, 13 de março de 2012
Vídeo sobre a situação das cidades
Hoje tive uma reunião de professores no núcleo, essa reunião era pra falar sobre o ensino de ciências. A fala da professora Santina foi excelente e, dentre tudo o que ela falou, esse vídeo me fez pensar muito sobre a situação em que nossas cidades estão, dá pra passar o vídeo para as crianças e abrir um super leque de possibilidades educativas:
segunda-feira, 12 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Plano anual de Língua Portuguesa - III etapa ciclo I
OBJETIVOS | CONTEÚDOS - ORALIDADE | CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO |
Desenvolver a habilidade da expressão oral. | 1-Articulação correta das palavras. - | Articula corretamente todos os fonemas? Ao contar histórias e/ou acontecimentos, pronuncia as palavras e frases com adequação de ritmo, entonação e intensidade de voz? |
Comunicar-se com clareza e objetividade em diferentes situações comunicativas do seu cotidiano. Expressar sentimentos, opiniões e experiências pessoais em diversas situações comunicativas. | 2-Exposição de idéias com clareza e objetividade em diferentes situações de uso de linguagem oral (experiências pessoais, brincadeiras, acontecimentos, eventos, notícias, entrevistas, etc.). | Expressa-se oralmente, procurando adequar o discurso e a postura `a situação comunicativa? Elabora perguntas e respostas relacionadas ao assunto tratado? Relata acontecimentos vivenciados ou imaginados, seguindo uma seqüência lógica de fatos? Reconta, com riqueza de detalhes, os fatos de histórias lidas ou ouvidas, organizando as idéias,de acordo com a seqüência lógica? |
Desenvolver a capacidade de concentrar-se, de ouvir, de imaginar e de apreciar um texto lido e/ou uma história contada. Participar de situações de intercâmbio oral, respeitando e escutando a fala do outro. | 3-Atenção concentrada em diferentes situações. | Ouve, com atenção, textos de diferentes gêneros? Respeita os momentos de falar e de ouvir? Respeita as variedades lingüísticas faladas? |
Desenvolver a habilidade de emitir opiniões e/ou realizar inferências sobre um assunto tratado. | 4- Produções coletivas. | Participa de elaboração de textos, contribuindo com idéias pertinentes? |
Compreender que existem outras formas de linguagem para comunicar-se com o mundo. Perceber a intenção comunicativa de outras formas de linguagem. | 5-Linguagens verbais e não-verbais ( mímica, gestos, modelagem, dramatização, desenho, pintura) . | Transpõe enunciados orais para outras formas de expressão (gestual, sonora, entre outras) ? |
Utilizar argumentos coerentes em suas exposições orais em sala de aula. | 6- Consistência argumentativa. | Utiliza-se de argumentos coerentes para defender seu ponto de vista? Respeita diferentes opiniões que surgem nos debates? |
Empregar corretamente a concordância verbal e nominal ao expressar-se oralmente. | 7- Concordância verbal e nominal. | Utiliza-se da concordância verbal e nominal, ao expor suas idéias oralmente? |
Compreender e transmitir oralmente, informações estudadas, sem omitir informações importantes. | 8- Compreensão de enunciados orais. | Compreende informações a partir de um texto oral? Expõe oralmente temas estudados, avisos, instruções e recados? |
Utilizar adequadamente novas palavras ampliando seu vocabulário. | 9-Ampliação e adequação vocabular.. | Incorpora novas palavras ao seu vocabulário, utilizando-as adequadamente? |
Compreender a diferença entre palavras, sílabas e letras. | 10- Diferenças sonoras entre palavras, sílabas e letras. | Identifica semelhanças e diferenças sonoras entre palavras, sílabas e letras? |
Organizar as idéias seguindo a seqüência lógica dos fatos. Narrar experiências pessoais, brincadeiras, acontecimentos, eventos, conteúdos de textos literários ou informativos, filmes, entrevistas e outros, de forma clara e ordenada. | 11- Narração de forma clara e ordenada de experiências pessoais, brincadeiras, acontecimentos, eventos, conteúdos de textos (literários ou informativos), filmes, entrevistas outros. | Relata, detalhadamente, acontecimentos vivenciados ou imaginados, seguindo uma seqüência lógica de fatos? Reconta, com riquezas de detalhes, os fatos de histórias lidas ou ouvidas, organizando as idéias, de acordo com a seqüência lógica? |
Observar e descrever personagens, cenários objetos, fotos, paisagens, pessoas e locais visitados. | 12- Descrição de personagens, cenários, objetos, fotos, pessoas, locais visitados, etc. | Descreve com riquezas de detalhes características de personagens, pessoas, objetos ou lugares das histórias ouvidas, situações do cotidiano ou veiculadas nas diferentes mídias. Descreve, com detalhes, desenhos, pinturas, fotografias e locais visitados demonstrando compreensão global? |
Identificar os sons iniciais e/ou finais das palavras. | 13- Identificação de sons iniciais e finais (rimas e aliterações). | Utiliza-se de relações sonoras para criar outras, como a rima? |
OBJETIVOS | CONTEÚDOS - LEITURA | CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO |
Compreender a organização alfabético-silábica e as diferentes relações fonema/grafema presentes no sistema. Reconhecer e nomear as letras do alfabeto. Conhecer a ordem alfabética e suas possibilidades de uso. Diferenciar escrita de desenho. Diferenciar letra e outros sinais gráficos. Identificar semelhanças e diferenças sonoras nas palavras. | 01- Idéia de representação. 02-Escrita como sistema de representação. 03-Alfabeto como conjunto de símbolos convencionais da escrita. 04-Relação fonema/grafema. 05-Discriminação da sílaba tônica. | Identificas e nomeia todas as letras do alfabeto? Identifica letras em diferentes tipos? Reconhece que algumas letras podem representar diferentes sons? Reconhece que um som pode ser representado por diferentes letras? Discrimina a sílaba tônica de palavras ouvidas e lidas? |
Estabelecer relação entre o desenho e a escrita. Identificar símbolos encontrados no seu cotidiano. Reconhecer alguns símbolos identificando os lugares em que geralmente são encontrados e refletindo sobre seus significados e suas funções. | 06- Leitura em diferentes materiais (crachás, rótulos, placas, símbolos, ícones). 07-Leitura de palavras de seu cotidiano 08-Leitura de palavras com diferentes padrões silábicos. | Lê palavras discriminando todos os padrões silábicos? |
Realizar leitura de frases e textos, com entendimento. | 09Leitura de frases e textos. 10-Intertextualidade. . | Estabelece relações entre textos lidos, com auxílio do professor? Identifica o assunto de um texto lido ou ouvido? Estabelece relações entre textos lidos e os conhecimentos prévios? |
Identificar as idéias explícitas no texto lido. Estabelecer semelhanças e diferenças entre textos lidos (intertextualidade). | 11-Leitura e interpretação de texto lido (linhas e entrelinhas). | Lê com fluência, ritmo e entonação, textos de diversos gêneros? Compreende a idéia central do texto? Estabelece relações entre textos lidos e os conhecimentos prévios, com auxílio do professor? Identifica informações explícitas no texto? Identifica, no texto, informações implícitas, com auxílio do professor? Estabelece e confirma hipóteses relativas ao conteúdo do texto? |
Elaborar hipóteses sobre o conteúdo de uma história, a partir do título, da capa do livro e/ou ilustração. | 12-Antecipação da leitura (gênero/estrutura/suporte). | Antecipa o assunto do texto com base em título, subtítulo, imagens e/ou suporte textual? |
Ler textos (verbais e não verbais) em diferentes gêneros textuais, atribuindo-lhes significação, reconhecendo a intencionalidade e o processo de interlocução. Comparar diferentes tipos de textos e suportes para perceber as diferentes funções que a escrita desempenha na vida social: sinais de trânsito, lista de alunos, rótulos, calendários, agendas, livros, etc. | 13- Texto de correspondência (bilhetes, recados, convites, cartões, cartas pessoais e avisos). 14- Textos do cotidiano (listas, calendário, cadastros, placas, agendas, contas de luz, água, telefone e cronogramas). 15- Documentos (Certidão de nascimento, carteira de identidade). 16-Textos instrucionais (receitas, mapas, roteiros, normas e manuais). 17- Textos científicos (fichas técnicas e relatórios de observação). 18-Textos jornalísticos (slogans,, anúncios ,classificados, entrevistas, notícias e textos de opinião ). 19-Textos humorísticos (tiras e anedotas) | Lê textos em letra de imprensa e cursiva, maiúscula e minúscula? Estabelece e confirma hipóteses relativas ao conteúdo do texto? Identifica características dos suportes textuais de uso mais freqüentes? Identifica a finalidade de um texto pelo reconhecimento do suporte, do gênero e das características gráficas? Utiliza a ordem do alfabeto para fazer consultas( até a 3ª letra das palavras) em diferentes suportes de pesquisa? |
Desenvolver o interesse e o prazer pela leitura de textos literários (poéticos, narrativos, cultura popular e outros) . Identificar recursos poéticos: rimas e metáforas, e analisar efeitos de sentido resultantes deles. Ler com compreensão textos de diferentes categorias textuais. Reconhecer a leitura fruição (prazer) do texto literário. Observar os elementos que compõem uma história em livro infantil (título, autor, editor, ilustrador, texto verbal, imagens). Identificar características das linguagem próprias do gênero. Produzir histórias orais para sequência de imagens (livros sem texto verbal, tiras). Identificar e relacionar informações oferecidas por recursos gráficos ( desenhos) . Ilustrar pequenos textos lidos evidenciando a idéia principal. Entender a função de legenda, localizando informações que permitam identificar situações de uso desse tipo de texto ( mapas com previsão de tempo ) . Criar legenda para símbolos, tendo em vista a compreensão do leitor. | 20-Textos literários: · POÉTICOS – Poemas, poemas concretos, letras de música,haicais). · NARRATIVOS: Biografias e autobiografias Contos, lendas e fábulas Narrativas ficcionais Quadrinhos · CULTURA POPULAR: Trava-línguas, parlendas, quadrinhas, cantigas e adivinhas. · TEXTOS NÃO-VERBAIS Fotos e Desenhos Pinturas ,imagens e mapas. | Participa ativamente de situações de leitura, principalmente de livros literários, como fonte de prazer, fruição e entretenimento? |
PRODUÇÃO DE TEXTO - OBJETIVOS | CONTEÚDOS | CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO |
Utilizar o sistema gráfico da língua materna, de forma adequada, em textos escritos, demonstrando compreender a organização alfabético-silábica e as diferentes relações fonema/grafema presentes no sistema. Compreender que na Língua Portuguesa a direção da escrita acontece da esquerda para a direita. | 1-Função social da escrita. 2-Idéia de representação. 3-Escrita como sistema de representação. 4-História da escrita 5-Alfabeto como conjunto de símbolos convencionais da escrita. 6-Relação fonema/grafema. 7-Representação da escrita por meio de desenhos. 8-Uso das letras minúsculas e minúsculas 9-Direção da escrita. 10-Alfabeto como critério de organização. | Escreve utilizando a letra de imprensa maiúscula e a letra cursiva? Utiliza adequadamente a letra maiúscula nos substantivos próprios? Escreve utilizando a letra de imprensa maiúscula e letra cursiva? Utiliza adequadamente a letra maiúscula no início de frases? Utiliza o alfabeto como critério de organização, considerando até a terceira letra das palavras? |
Utilizar adequadamente os símbolos próprios da escrita, respeitando as convenções ortográficas, na escrita do seu nome, no dos colegas e outros. | Escrita do nome completo. Escrita do nome dos colegas, da professora, familiares, escola e outros do seu cotidiano. | Escreve o nome próprio completo corretamente? Escreve nomes dos colegas, da escola, da professora, de familiares, da cidade e de outros de uso freqüente? Utiliza adequadamente a letra maiúscula nos substantivos próprios? |
Produzir frases relacionadas aos temas trabalhados, respeitando as convenções ortográficas e gramaticais do sistema da linguagem escrita. | Escrita de frases relacionadas aos temas trabalhados. Escrita espontânea (nomes, bilhetes, cartões, etc.). | Escreve utilizando a letra de imprensa maiúscula e letra cursiva? Utiliza adequadamente a letra maiúscula no início de frases? Utiliza adequadamente a letra maiúscula nos substantivos próprios? Escreve adequadamente palavras que possuam regularidades contextuais? Escreve adequadamente as palavras de uso mais frequente que apresentam irregularidades ortográficas? |
Considerar o interlocutor e a situação em suas produções, respeitando as várias possibilidades estruturais dos gêneros trabalhados. Organizar suas idéias seguindo uma seqüência lógica do acontecimento ou fato. Produzir textos (palavras, frases) coesos e coerentes, com os conhecimentos de organização sintático-morfológica da linguagem. Fazer uso dos elementos de apresentação considerando o gênero textual abordado. Utilizar as características do discurso direto em suas produções escritas Compreende que a legibilidade (traçado de letra) facilita a leitura de um texto escrito. Perceber que o espaço na escrita é significativo e que seu uso melhora o entendimento do que está sendo escrito e/ou lido. Compreender a utilização dos numerais em suas produções. | Escrita de textos. Ampliação de frases acrescentando informações complementares à sua estrutura. Seqüência lógica. Unidade temática. Unidade estrutural. Argumentação Elementos de apresentação (título, vocativo, data, autor). Paragrafação. Discurso direto (diálogo) e discurso indireto Legibilidade Espaçamento entre as palavras (Segmentação). Uso dos numerais cardinais (de 0 até 999), ordinais, multiplicativos e fracionários em suas produções. | Utiliza os símbolos próprios da escrita na elaboração de textos? Elabora textos, considerando a estrutura e cada gênero textual? Utiliza adequadamente a letra maiúscula no início de frases? Utiliza os dois pontos para introduzir a fala de um personagem? Utiliza o travessão para marcar o discurso direto no diálogo? Utiliza a paragrafação para marcar a fala dos personagens? Nas produções textuais de caráter argumentativo, expõe sua opinião e defende seu ponto de vista, coerentemente? Elabora textos comunidade temática? Elabora textos considerando a estrutura de cada gênero textual? Utiliza os elementos de apresentação pertinentes a cada gênero textual? Utiliza a paragrafação para separar as idéias? Apresenta legibilidade em suas produções textuais? Segmenta corretamente as palavras quando é preciso fazer a translineação em suas produções textuais? Utiliza adequadamente os numerais cardinais ( de |
. Reconhecer a necessidade de acentuar suas produções escritas percebendo a relação direta entre os recursos de acentuação e a oralidade. | Sinais de acentuação (grave, agudo, circunflexo). Sinais gráficos (til, cedilha) | Acentua corretamente as palavras de uso frequente? Utiliza os sinais gráficos( til , cedilha e hífen ? |
Reconhecer a necessidade de pontuar suas produções escritas percebendo a relação direta entre os recursos de pontuação e a oralidade. | Sinais de pontuação (ponto - final, ponto-de-interrogação, dois pontos, ponto-de-exclamação, vírgula) | Utiliza o ponto final? Utiliza o ponto de interrogação? Utiliza o ponto de exclamação? Utiliza ao dois pontos ( : ) para introduzir a fala de um personagem? Utiliza a vírgula para separar itens de listas e compras? |
Compreender que a concordância verbal deve acontecer diariamente, nas rodas de conversa, na leitura e na produção de textos. | Concordância verbal | Emprega em suas produções a concordância verbal? Emprega adequadamente os verbos irregulares de uso mais frequente no presente, no pretérito e no futuro do indicativo? Utiliza o verbo SER no presente, no pretérito e no futuro do indicativo? |
Compreender a organização das estruturas das palavras e suas variações (gênero, número e grau) organizando no texto, as palavras com as devidas concordâncias. | Concordância nominal (número, gênero e grau). | Utiliza concordância nominal (artigos, pronomes, adjetivos e numerais) com os termos a que se referem? |
Fazer uso dos elementos coesivos (pronomes, sinônimos), com a maior adequação possível, mantendo clareza e coerência na veiculação escrita de suas idéias. | Elementos coesivos (pronomes, sinônimos). | Utiliza pronomes e sinônimos e algumas conjunções como elementos coesivos? |
Compreender a necessidade de adequar os aspectos discursivos e gramaticais no seu texto escrito. | Reescrita de textos. | Reescreve textos adequando-os em seus aspectos discursivos e gramaticais? |
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